«Fa-lo-íamos se fosse preciso»

 

FILOMENA NAVES*
Em Portugal nunca se fez selecção genética de embriões com o propósito de fazer nascer um bebé doador, tal como foi autorizado agora na Austrália «Mas fá-lo-íamos se o Centro de Histocompatibilidade nos pedisse», disse ao DN o investigador Mário de Sousa, que trabalha em colaboração com o especialista em reprodução humana Alberto de Barros, no Porto. O seu grupo é, aliás, o único que faz em Portugal diagnóstico genético pré-implantatório em embriões. Um procedimento que ambos iniciaram em 1997 para despiste da doença dos pezinhos, hemofilia, trissomia 21 e anomalias cromossomáticas, entre outras.

DN 13.03.03